Às vezes nos sentimos sós em meio à multidão; que bom seria se nos perguntássemos:
· O que tenho feito de bom aos outros e a mim mesmo?
· O que não tenho feito aos outros e a mim mesmo?
· O que me leva a achar que sempre o outro é culpado?
· O que tenho feito de bom aos outros e a mim mesmo?
· O que não tenho feito aos outros e a mim mesmo?
· O que me leva a achar que sempre o outro é culpado?
Então, percebemos que antes de nos relacionarmos com os outros, devemos aprender a nos conhecer melhor, algo que os cientistas ultimamente chamam de relacionamento intrapessoal; ou seja, o auto-conhecimento, a capacidade de relacionamento consigo mesmo, a habilidade de administrar meus sentimentos e emoções.
· Por acaso eu me conheço realmente?
· O que sei de meus pensamentos, sentimentos e emoções?
· Como anda minha auto-estima?
· O que posso fazer por mim para ser um pouco feliz hoje?
Aí descobrimos aquilo que Jesus falou (João 13:34 Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.) é uma eterna verdade; afinal, como alguém que não se ama pode amar o outro?
· O que me impede de amar?
· Se há algo em mim que não gosto, o que me impede de mudar?
· Será que Deus é injusto e alguém merece mais do que eu?
· Será que eu, filho de Deus, como herdeiro da criação, tenho o direito de negar meu merecimento?
Merecemos tudo, inclusive nosso auto-amor. O sol nasce para todos e talvez a diferença esteja em estarmos atentos para perceber essa maravilha e valorizá-la; tudo começa em nós.
· O que tenho feito para que os outros me queiram bem?
· Como tenho agido com meus filhos, cônjuge, amigos, companheiros de trabalho e até mesmo com desconhecidos?
· Quando encontro alguém, eu de coração, sorrio e desejo um bom dia? Eu ouço atentamente o que os outros têm a me dizer?
Na verdade, aos poucos descobrimos que os outros são nossos espelhos e nos devolvem a luz, as ações e os sentimentos que lhe passamos. Vamos pensar juntos, pertunte-se:
· Quando foi a última vez que ajudei alguém sem interesse?
· Quando disse: “EU TE AMO!”, a alguém?
· Tenho respirado fundo e usado à ferramenta do silêncio por dez segundos antes de responder a uma provocação?
· Tenho realmente aceito o outro como ele é?
Aos poucos vamos percebendo que:
o Tudo na vida depende da forma como vemos as coisas;
o Tudo começa e depende de nós;
o Recebemos dos outros aquilo que oferecemos;
o Um sorriso é mais importante que o dinheiro;
o Relacionamentos felizes são aqueles que começam pela nossa atitude;
o Ao trazermos tudo isso para nossa vida, nem mesmo em uma ilha deserta estaremos sós.
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